domingo, 15 de abril de 2012

Sempre a fazer obras

Sou um pequeno proprietário de prédios urbanos na cidade de Espinho, perto do Porto.

São prédios antigos, já do tempo do meu avô.

Estou sempre com problemas relacionados com obras que os inquilinos estão sempre a reclamar.

As rendas desses prédios são antigas, de pouco montante.

Estamos neste momento a fazer umas obras de pintura da fachada no montante de 300 euros, num prédio que rende cerca de 80 euros por ano.


Paulo Marques


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Escritórios no Porto

Aqui no Porto a oferta de espaços destinados a escritórios excede largamente a procura e existem cada vez menos interessados em arrendar esses espaços, mesmo baixando o valor da renda.

Hoje o investidor quando surge é muito seletivo e, com a crise económica, tornou-se uma espécie rara.


Carla Matos


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domingo, 8 de abril de 2012

Desvalorização do património

Como consequência do agravamento da recessão e dificuldade de obter financiamento, a construção civil e a mediação imobiliária vão ter de ser reajustadas.

A quantidade imensa de casas à venda está a desvalorizar o património dos cidadãos que compraram casa própria e agora estão confrontados com um valor de mercado muito abaixo daquele porque contraíram as hipotecas.

Isto vai ter também um efeito devastador nos balanços dos bancos, pois são eles os detentores da parte de leão dos patrimónios imobiliários.

Alda Mota

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A Troika e o IMI

Venho por este meio deixar o meu desabafo com as medidas assinadas com a Troika e que considero um verdadeiro atentado a todos os proprietários deste País.

Sou proprietário de três apartamentos com rendas antigas que, já à custa desta atual lei do arrendamento, nada posso fazer para poder ter posse do que me pertence. Já não bastava, e ainda vem a Troika dizer que o IMI vai ser aumentado. Ora se as rendas são mínimas, e ainda aumentam o IMI, daqui a pouco estou a pagar para ser obrigado a ter pessoas dentro do que é meu! Isto é uma vergonha…

Querem fomentar o mercado de arrendamento desta forma?

Espero sinceramente que ainda sejam incluídas medidas que acabem com esta vergonha que está instalada na nossa sociedade.

Américo Gavina

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Inquilinos com casa própria

Estou no Canadá, onde vivo desde os 14 anos. Herdei um prédio com 4 apartamentos em Faro em 1998 com rendas de 26 euros.

Na minha última deslocação a Portugal fiz umas pesquisas e descobri que 3 dos rendeiros têm casas próprias. Nesta situação aposto que se encontram muitos proprietários.

Pergunto com quem se fala sobre isto? Não faz nenhum sentido. Se são pobres, estão desempregados, não têm posses, que vivam no meu apartamento até morrer que eu não me importo; não vivo em Portugal.
Mas se eu posso provar que os rendeiros têm casas próprias, talvez melhores, por que razão nada pode ser feito? Nesta situação que pode a ANP fazer? Falar na televisão, nos jornais?

João Lopes

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domingo, 1 de abril de 2012

Regime fiscal

O regime fiscal aplicado ao rendimento de prédios urbanos caracteriza-se por tributar as rendas juntamente com os restantes rendimentos do contribuinte, mas apenas permitindo a dedução de um reduzido tipo de despesas de conservação e manutenção (IMI e Taxa de Esgotos) não sendo consideradas outras despesas de quem queira investir neste setor, como por exemplo, despesas com empréstimos bancários de prédios adquiridos com a finalidade do arrendamento, podendo dar-se o caso de as verbas despendidas serem superiores ao rendimento do imóvel.

Muitos imóveis devolutos e a necessitar de obras poderiam entrar no mercado de arrendamento se outras condições fossem proporcionadas a quem estivesse interessado a investir em prédios de rendimento.

João Lacerda
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sábado, 31 de março de 2012

Avaliações fiscais

Sobre a questão das avaliações fiscais a que o Estado está a proceder com urgência, publicou o Eng. Freitas Lopes um importante artigo no Jornal de Negócios.

O texto pode ser consultado aqui ou, na forma da imagem do próprio jornal, aqui.


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